Não é um jogo, mas o julgamento desta quarta-feira envolvendo cinco jogadores do Vasco tem vários ingredientes de uma partida oficial. Assim como fazem os técnicos antes dos duelos decisivos, o departamento jurídico cruz-maltino já estudou todas as possíveis manobras para conseguir ganhar a batalha travada no Tribunal de Justiça Desportiva do Rio de Janeiro (TJD-RJ). Depois de muito pensar, a estratégia ideal para defender Rodolfo, Eduardo Costa, Fellipe Bastos, Fagner e Diego Souza, que discutiram com o árbitro ao fim do clássico do dia 7, contra o Flamengo, e foram indiciados por agressão, já está traçada. Mas, assim como em um confronto decisivo, as armas não são reveladas.
- Já pensamos bem na maneira como vamos defender os jogadores e estamos muito otimistas. Temos uma estratégia muito boa, mas não posso falar nada agora. Se fizer isso, vou jogar contra a gente. Não posso sequer dar nenhum detalhe. Está tudo trancado com 500 chaves – disse o vice presidente jurídico Aníbal Rouxinal ao blog O Carioca on line.
Ainda relata Anibal ao blog: "O otimismo é tão grande que o dirigente acredita que os cinco terão condições de entrar em campo neste domingo, na semifinal da Taça Rio, contra o próprio Flamengo. Apesar de tentar segurar todos os segredos, Aníbal deixou escapar que deve usar os mesmos argumentos para todos."
Além dos cinco jogadores, o presidente Roberto Dinamite foi indiciado pela entrevista concedida após o clássico, na qual acusou o árbitro de ter beneficiado o rival no jogo. O dirigente será julgado pelas ofensas proferidas.
Os cinco jogadores citados na súmula não entraram em campo na vitória por 3 a 1 sobre o Nova Iguaçu, no último domingo. Fagner e Diego Souza cumpriram suspensão pelo terceiro cartão amarelo. Em relação a Eduardo Costa, Fellipe Bastos e Rodolfo, o clube decidiu preservá-los por não haver a certeza se eles foram efetivamente expulsos pelo árbitro do jogo contra o Flamengo. Dessa forma, havia o receio de que o Vasco sofresse uma futura punição com perda de pontos no tribunal.
Mais uma vez o futebol carioca vive momentos de contos de fadas. No último fim de semana, antes de o Fluminense enfrentar Volta Redonda pela penúltima rodada do campeonato carioca, estoura a crise no Reino dos Tricolores Guerreiros. A corte que havia se reunido pela segunda vez (a primeira corte havia sido composta por: Edmundo, Romário e Eurico Miranda no Vasco). O Reino Tricolor parecia tão "feliz", até a chegada do novo chefe da tropa (Levir Culpi). A chegada do novo comandante incomodou o líder dos guerreiros. - o líder era aquele que sempre salvava a tropa nos piores momentos das batalhas nos campos sangrentos. Fred era o líder, até ser colocada em dúvida (por parte do chefe), se realmente era preciso toda essa liderança. Então o chefe decidiu mandar a sua tropa de Guerreiros Tricolores para a batalha seguinte, mas, sem a liderança exercida por Fred. De certa forma isso incomodou Fred que por sua vez, coloca a disposição para o Rei (presidente Simense) a patente de líder...
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