Pular para o conteúdo principal

FutRetrô - 27 anos da Noite das Garrafadas entre Corinthians e Fla

Gramado do Pacaembu cheio de garrafas / foto: Futebol Nostálgico

Em 20 de março de 1991, Corinthians e Flamengo se enfrentaram no estádio do Pacaembu, em jogo válido pela primeira fase da Libertadores, a partida não era eliminatória. Naquela edição, as duas equipes se classificaram para a segunda fase após o confronto contra os uruguaios na primeira fase (naquela época os grupos eram confrontos entre países). O Flamengo venceu a disputa por 2 x 0.

E até esta partida, o histórico de confrontos entre as duas equipes na Taça Libertadores era de apenas dois jogos.

O que fez esta partida entrar para a história do futebol? A torcida do Corinthians vendo que a sua equipe estava perdendo por 2 a 0, invadiu o gramado. Tamanha era a revolta que a polícia tentou evitar uma invasão generalizada e foi atacada com garrafas roubadas dos bares do Pacaembu.

Foto: Futebol Nostálgico

O árbitro Renato Marsiglia encerrou a partida. O resultado, então parcial, foi declarado definitivo e tivemos mais uma batalha campal que ficou conhecida como "A Noite das Garrafadas".

Foto: Futebol Nostálgico

Os gols do jogo:

1 x 0 Flamengo - Júnior cobra escanteio e o zagueiro Rogério aproveita a indecisão da zaga corintiana e “empurra” a bola para o fundo da rede.

2 x 0 Flamengo - Mais uma vez Júnior na jogada, que lança a bola para Alcindo na ponta direita, o atacante rubronegro levanta a cabeça e encontra Gaúcho livre no lado oposto da área corintiana, Gaúcho cabeceia (seu ponto forte) no ângulo do goleiro corintiano.

Confira os gols desse jogo:


Comentários

  1. Me lembro como se fosse hoje! Começou ali a espinha dorsal que levaria a taça do Brasileirão 92!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Coluna Torcedores Ilustres - O Colecionador Rafael Martins e suacoleção de camisas do Cruzeiro

Até onde vai a paixão de um fanático torcedor? O que um  ilustre  torcedor faz para mostra r  para todos a sua paixão p or colecionar camisas ? Tivemos o prazer de entrevistar  Rafael Martins   –   O Colecionador de  Camisas Além de  ser  um ilustre colecionador de   camisas ,  Rafael Martins  também tem a sua paixão por futebol . Rafael Martins  conta ao blog Carioca  ONLINE , tudo sobre a sua coleção  de  camisas , como começou,  a s su a s  preferid a s  camisas  (se é que el a s existem)  e fala sobre a sua paixão pelo  futebol . CARIOCA ONLINE – Como e quando você percebeu que poderia ser um colecionador de camisas? COLECIONADOR – O gosto pelo colecionismo já vem desde a infância, quando já colecionava álbuns, figurinhas, jornais, chaveiros, revistas e outros itens; mas sempre visando o cruzeiro. Meu pai nunca foi ligado a futebol e ainda te...

Conheça os maiores artilheiros da história de Fla x Botafogo no clássico da Rivalidade

O clássico Fla x Botafogo ou o clássico da “Rivalidade” acontece desde 1913. Mimi Sodré foi o primeiro jogador a marcar gol nesse confronto. Inclusive foi esse jogo que marcou a inauguração do Estádio General Severiano. A partida era válida pelo Campeonato Carioca e o América sagrou-se campeão. O maior artilheiro do Botafogo contra o Flamengo Considerado um dos principais jogadores da história do Botafogo, Heleno de Freitas marcou 22 gols no chamado “Clássico da Rivalidade”. Heleno de Freitas brilhou nas décadas de 40 e 50 fez 204 gols em 233 jogos pelo Botafogo. Atuou também por Santos, Vasco, América, Boca Juniors e Junior de Barranquilla-COL. O ex-atacante boêmio era conhecido como “Príncipe Maldito”. O maior artilheiro do Flamengo contra o Botafogo O maior artilheiro desse confronto é Zico e, também o principal nome da história do Flamengo. O Galinho jogou também na Udinese e no Kashima Antlers, do Japão.

Fluminense - O Reino encantado dos Guerreiros Tricolores

Mais uma vez o futebol carioca vive momentos de contos de fadas. No último fim de semana, antes de o Fluminense enfrentar Volta Redonda pela penúltima rodada do campeonato carioca, estoura a crise no Reino dos Tricolores Guerreiros. A corte que havia se reunido pela segunda vez (a primeira corte havia sido composta por: Edmundo, Romário e Eurico Miranda no Vasco). O Reino Tricolor parecia tão "feliz", até a chegada do novo chefe da tropa (Levir Culpi). A chegada do novo comandante incomodou o líder dos guerreiros. - o líder era aquele que sempre salvava a tropa nos piores momentos das batalhas nos campos sangrentos. Fred era o líder, até ser colocada em dúvida (por parte do chefe), se realmente era preciso toda essa liderança. Então o chefe decidiu mandar a sua tropa de Guerreiros Tricolores para a batalha seguinte, mas, sem a liderança exercida por Fred. De certa forma isso incomodou Fred que por sua vez, coloca a disposição para o Rei (presidente Simense) a patente de líder...