Sua história com a camisa amarelinha, porém, se construiu como jogador. Teve altos e baixos ao disputar três Copas do Mundo. Na primeira vez, ficou marcado negativamente pelo fracasso de 1990 na Itália. Na segunda tentativa, recuperou o prestígio e ergueu a taça do tetracampeonato mundial como capitão, em 1994, nos EUA. A partir dali, sua garra fora do comum e espírito de liderança em campo foram devidamente reconhecidos. Outras qualidades - como seus passes precisos, chutes fortes, marcação implacável e desarmes -, passaram a ser exaltadas pela imprensa. Por tudo isso, ele manteve a braçadeira da camisa canarinho em 1998, na França, quando o escrete do técnico Zagallo foi vice-campeão. A fatídica derrota de 3 a 0 na final para o time francês concluiu sua última página de serviços à seleção. O volante fez no total 95 jogos (65 vitó...
Compromisso com a verdade