A Polícia Federal (PF) chegou ao chefe do correios no Rio através de várias investigações sobre fraudes milionárias no plano de saúde do Correios, o diretor Omar de Assis Moreira. De acordo com a revista “Veja”, uma testemunha do caso que não quis ser identificada teria contado à PF que o esquema começou em 2011, ano em que Omar assumiu o cargo. A testemunha aponta, segundo a revista, a participação do diretor, de dois assessores seus e de um funcionário da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) nas fraudes. Segundo a “Veja”, inicialmente, o esquema envolvia três hospitais credenciados ao plano de saúde do Correios. Eles recebiam em 30 dias pagamentos de faturas médicas que demoravam até três meses. Em troca, Omar, seus assessores e o empregado da Cedae recebiam 20% do valor dos serviços. Em pouco tempo, outras unidades aderiram, e também novas formas de fraudes foram surgindo, como a realização de cirurgias pré-programadas como se fossem emergenciais a valores superfaturados. ...
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