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Libertadores 18 - Com direito a baile azul, Vasco vira o saco de pancadas do grupo


O Cruzeiro voltou a atropelar na Libertadores. Depois de passar por cima da Universidad, a Raposa não quis saber do mando de campo do Vasco e atropelou o rival, em São Januário, enfiando 4 a 0.
Os mineiros ficam mais próximos de vaga nas oitavas da Libertadores, com oito pontos, mesma pontuação do Racing e três a mais que La U. Os cariocas, por outro lado, estão eliminados, como saco de pancadas da chave.

Começa o baile

O Vasco começou o jogo com esperanças de classificação. Para isso, teria de fazer o dever de casa. E logo no primeiro ataque, Thiago Galhardo tentou abrir vantagem, mas Fábio fez a defesa. Thiago Galhardo deu também o segundo chute, e Fábio pegou novamente.

Pressionado nos primeiros minutos, o Cruzeiro conseguiu ir ao ataque aos dez minutos, e foi suficiente para abrir o placar. Egídio teve liberdade para cruzar e Léo apareceu para mandar para a rede.

O Cruz-Maltino tentou não se afetar com o gol para voltar a pressionar, mas era claro que o nervosismo do time aumentava com o passar do tempo. Assim como a pressão das arquibancadas.

Aos 24 minutos, o Cruzeiro conseguiu grande jogada pela ponta canhota, novamente com Egídio. O lateral cruzou e Thiago Neves, de canhota, abriu 2 a 0.

Os cariocas sentiram o segundo gol. Abaixaram a cabeça e acabaram atropelados. Sassá teve liberdade para arriscar chute de fora da área e se deu bem, vencendo Martín Silva para fazer 3 a 0.

O clima era tão quente em São Januário que o jogo teve de ser paralisado após uma briga entre a torcida vascaína. Mais cenas lamentáveis na Colina...

Cruzeiro passa por cima

Quanto mais o Vasco tentava dar uma resposta ao torcedor, mais o time se complicava. Se por um lado o ataque até conseguia criar chances, embora sem traduzir em gols, a defesa...

Aproveitando da fragilidade do sistema defensivo adversário, o Cruzeiro atropelou e chegou ao quarto gol. Sassá passou por cima de Werley e bateu forte para vencer de novo Silva.

No final das contas, o torcedor vascaíno pareceu aliviado por não ter levado de mais. O baile celeste eliminou os cariocas, e deixou os mineiros mais perto das oitavas.

Fica a dica:

Caso o Vasco perca a última partida para o Universidad de Chile, será dono da pior campanha de um clube brasileiro em fase de grupos da Libertadores.

O pior desempenho, ppr enquanto, é do Bangu em 1986, com apenas dois empates, mas o saldo de gols, era melhor que o do Vasco.

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