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Futebol Brasileiro - Cristóvão Borges não aguenta a pressão e pede demissão



Foto: site oficial do Flamengo

Cristóvão Borges não é mais o técnico do Flamengo. Na manhã desta quinta-feira, após a derrota por 1 a 0 sobre o Vasco, o treinador pediu demissão, aceita em comum acordo pela direção. Oswaldo de Oliveira, sem emprego, é o nome preferido dos dirigentes rubro-negros.

Com a nona derrota de Cristóvão no comando do Flamengo, a pressão pela demissão cresceu muito nos bastidores do clube. Segundo avaliação da diretoria, o técnico demonstrava "abalo emocional" com o aumento das críticas da arquibancada. O presidente Eduardo Bandeira de Mello era quem o bancava.

Oswaldo de Oliveira é o primeiro nome com que o Flamengo deve trabalhar após o pedido de demissão do agora ex-treinador. O favorito da direção, que já passou pelo clube em 2003, está desempregado desde que deixou o Palmeiras, em junho. O tempo de contrato deve ser o ponto sensível da negociação.

Após a derrota diante do Vasco, Cristóvão concedeu entrevista coletiva no auditório do Maracanã e, abatido, procurou passar despreocupação com a possibilidade de ser demitido. A poucos metros estavam o diretor geral, Fred Luz, e Bandeira de Mello, que foi duramente cobrado na saída do estádio.

O técnico assumiu o Flamengo no fim de maio, após a demissão de Vanderlei Luxemburgo. De lá para cá, o time disputou 18 jogos sob seu comando, com nove derrotas, oito vitórias e um empate. Na 13ª colocação do Campeonato Brasileiro, o time está a quatro pontos acima da zona de rebaixamento.

O escolhido para suceder Cristóvão será o oitavo técnico a comandar o time sob a gestão Bandeira de Mello, presidente desde o início de 2013. Desde que assumiu, passaram pelo Flamengo: Dorival Júnior, Jorginho, Mano Menezes, Jayme de Almeida, Ney Franco, Vanderlei Luxemburgo e agora Cristóvão.

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