Um ano sem o estádio Olímpico Engenhão.
Uma grande conquista do Botafogo, um estádio olímpico, um gramado perfeito, porém, hoje completa 1 ano deste belo estádio fechado devido a um rompimento de uma estrutura metálica em parte de sua cobertura.
Mas, de quem é a responsabilidade de fazer o Engenhão voltar a receber o glorioso e seus adversários? Botafogo ou prefeitura?
A resposta é bem simples. Se hoje não houvesse o Maracanã, com toda certeza, o Engenhão estaria "a todo vapor".
Se existe interesse por parte de algum consórcio ou de alguma entidade pública em manter o Engenhão fechado para o Maracanã receber os jogos dos "grandes" do RJ, só as autoridades POLICIAIS podem concluir.
O fato é, se o Engenhão estivesse ativo, o consórcio do Maracanã, jamais receberia os torcedores do glorioso, quando o mando de jogo fosse do Botafogo.
Mais uma vez o futebol carioca vive momentos de contos de fadas. No último fim de semana, antes de o Fluminense enfrentar Volta Redonda pela penúltima rodada do campeonato carioca, estoura a crise no Reino dos Tricolores Guerreiros. A corte que havia se reunido pela segunda vez (a primeira corte havia sido composta por: Edmundo, Romário e Eurico Miranda no Vasco). O Reino Tricolor parecia tão "feliz", até a chegada do novo chefe da tropa (Levir Culpi). A chegada do novo comandante incomodou o líder dos guerreiros. - o líder era aquele que sempre salvava a tropa nos piores momentos das batalhas nos campos sangrentos. Fred era o líder, até ser colocada em dúvida (por parte do chefe), se realmente era preciso toda essa liderança. Então o chefe decidiu mandar a sua tropa de Guerreiros Tricolores para a batalha seguinte, mas, sem a liderança exercida por Fred. De certa forma isso incomodou Fred que por sua vez, coloca a disposição para o Rei (presidente Simense) a patente de líder...
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