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Vasco no Campeonato Brasileiro 2015

Sempre se duvida muito de um time grande em sua primeira temporada após o calvário na Série B. Afinal de contas, o nível de competitividade não é o mesmo na segunda divisão. Do Vasco, se duvidava ainda mais. A campanha do acesso não foi assim tão boa e ninguém sabia ao certo o que esperar da volta de Eurico Miranda ao comando do clube. Mas muito por conta das dificuldades em 2014, talvez, o time foi bem. O novo presidente sabia que não tinha um time pronto nas mãos e foi buscar reforços. E deu certo. Mais do que certo. O Vasco não só foi longe como quebrou o jejum de 12 anos sem títulos no Campeonato Carioca. E a estratégia de seguir se reforçando segue a mesma para o Brasileiro. Já chegaram o lateral Júlio César e o volante Diguinho, e a promessa é de surpreender também a nível nacional.

Temporada Passada

Quando um grande é rebaixado, a expectativa de todo mundo é de que a temporada seguinte seja até que tranquila na busca pelo acesso. Afinal de contas, o orçamento é bem maior que ele dos concorrentes da Série B. Com o Vasco, porém, não foi bem assim. Não foi nada assim, na verdade. Muito irregular, a equipe teve dificuldades na segunda divisão e, em determinado momento, ficou ameaçada de não conseguir o acesso. A vaga de volta à elite só veio na penúltima rodada, e a distância da briga pelo título decepcionou - e muito - a todos.

Destaque

Gilberto é a esperança de gols vascaína
Ele foi contratado para resolver os problemas do ataque vascaíno. E resolveu. Rapidamente, se tornou o homem-gol da equipe. Com 9 gols em 13 jogos - um dos gols na decisão contra o Botafogo -, Gilberto foi o artilheiro vascaíno na campanha do título estadual e finalmente reencontrou a boa fase de quando vestia a camisa do Santa Cruz. Referência ofensiva cruzmaltina, o centroavante tem tudo para seguir sendo o goleador máximo da equipe até o fim do ano. Só precisa tomar cuidado para não viver mais uma fase de altos e baixos na carreira.

Olho Nele

Há pouco mais de um mês, ele não estava nem no banco de reservas em um clássico diante do Flamengo. Resolveu ir à Igreja e pedir a Deus por uma nova chance. Mas nem ele mesmo imaginava que teria as preces tão atendidas assim. De ‘patinho feio' a herói improvável, Rafael Silva marcou dois dos três gols do Vasco na decisão do Carioca, diante do Botafogo, um em cada jogo. Se transformou, claro, em talismã. Afinal de contas, nem todo mundo pode ser responsável por quebrar um jejum de títulos estaduais. E, claro, virou esperança de gols também para o restante da temporada. Resta saber se a benção de Rafael Silva seguirá valendo até o final do ano.

O Comandante


Aos 42 anos de idade e apenas em seu terceiro trabalho como profissional, Doriva já atingiu uma marca e tanto: ele é o primeiro treinador a conquistar, em sequência, os títulos dos campeonatos Paulista e Carioca - levou o estadual de São Paulo em 2014 com o Ituano. Bem verdade que ele sofreu em sua única experiência na elite e acabou demitido no ano passado do Atlético-PR. Mas o estilo de jogo mais defensivo vem dando certo e sua carreira. Chega prestigiado ao Brasileiro e terá mais uma chance de se firmar como um dos melhores técnicos da nova geração.

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