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SÉRIE A - Vasco pode ter verbas de patrocínio bloqueadas




A Think Ball, que gerencia a carreira de diversos atletas, como o atacante peruano Paolo Guerrero, hoje no Flamengo, solicitou à Justiça que o patrocínio das mangas da camisa cruzmaltina, da empresa Viton 44, seja bloqueado por conta de uma dívida antiga.

A firma de assessoria esportiva quer receber R$ 60 mil do time carioca pelo agenciamento do meia-atacante Caíque, que passou pelo clube em 2010. A empresa, inclusive, aponta uma confissão de dívida do ex-presidente Roberto Dinamite.

A Think Ball pediu à Justiça que R$ 62.267,53 do total pago pela Viton 44 sejam penhorados. Em um pedido de penhora anterior, a empresa ainda aponta que o vínculo entre a dona da marca Guaraviton e o Vasco gira em torno de R$ 15 milhões.

Em uma primeira decisão, o juiz Guilherme Madeira Dezem indeferiu o pedido dos agentes de Guerrero, e determinou a penhora dos respectivos valores no sistema Bacen. No entanto, a Think Ball solicitou, no fim de abril, novo bloqueio do patrocínio, e ainda não teve resposta.

O Vasco, por sua vez, nega a validade da confissão de dívida e quer discutir judicialmente a questão. O clube enfrenta graves problemas financeiros na atualidade e está em péssima situação dentro de campo, na zona do rebaixamento do Brasileirão.

A Think Ball possuia um contrato de investimentos, gerenciamento de carreira, valorização, comercialização e cessão de imagem de atleta de futebol profissional com o meio-campista Caíque, hoje no sul-coreano Ulsan Hyundai. Ele atuou no Vasco entre 2010 e 2011, sem muito destaque. Depois, seguiu para o Avaí e, posteriormente, Gyeongnam, da Coreia.

Para piorar, o time cruz-maltino vive fase ruim no Campeonato Brasileiro e é o 18º colocado, dentro da zona de rebaixamento, com apenas 12 pontos. Na última quarta-feira, o Vasco perdeu por 3 a 0 para o Corinthians.

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